sexta-feira, 30 de maio de 2008

Um texto para as pessoas que amo

É difícil falar de amor para quem se ama, fica no mínimo embaraçoso. Mas eu queria que as pessoas que amo soubessem como fico feliz por tê-las em minha vida. Se você é uma dessas pessoas com certeza sabe que tem todo meu respeito e carinho, pois apesar da aparência e do estilo talvez um pouco assustador e reservado, eu no fundo, sou uma pessoa boa que só tenta ter uma vida feliz perto das pessoas que realmente amo.

Amar não é fácil, e na concepção da palavra traz várias diversidades. Tem o amor que sinto por minha família, um amor diferente que sinto por meus pais, outro amor por minha irmã, outro por meus amigos, outro por meus amigos mais próximos. Mas o que realmente importa é que esse amor vêm de um mesmo lugar, todos eles trazem um grande conforto.

Então, pare com esse preconceito: dizer 'eu te amo' só para uma pessoa. O amor é a essência divina, e quanto mais existir, melhor. Não é preciso ter vergonha, um 'eu te amo' sincero e vindo do fundo do coração, pode mudar o modo com que as pessoas lhe enxergam.

E para você, que sabe que te amo,

Eu te amo.

Uma nova embalagem para o mesmo produto

Aproveitando esse momento de mudanças, resolvi tomar coragem e alterar o layout do blog. Agora sim parece um blog decente. Gostaria de opiniões sobre a nova logo, Esse 'anjo decaído' como nova face de Light Soul.

quarta-feira, 28 de maio de 2008

Desejo

Desejo primeiro que você ame,
E que amando, também seja amado.
E que se não for, seja breve em esquecer.
E que esquecendo, não guarde mágoa.
Desejo, pois, que não seja assim,
Mas se for, saiba ser sem desesperar.

Desejo também que tenha amigos,
Que mesmo maus e inconseqüentes,
Sejam corajosos e fiéis,
E que pelo menos num deles
Você possa confiar sem duvidar.
E porque a vida é assim,

Desejo ainda que você tenha inimigos.
Nem muitos, nem poucos,
Mas na medida exata para que, algumas vezes,
Você se interpele a respeito
De suas próprias certezas.
E que entre eles, haja pelo menos um que seja justo,
Para que você não se sinta demasiado seguro.

Desejo depois que você seja útil,
Mas não insubstituível.
E que nos maus momentos,
Quando não restar mais nada,
Essa utilidade seja suficiente para manter você de pé.

Desejo ainda que você seja tolerante,
Não com os que erram pouco, porque isso é fácil,
Mas com os que erram muito e irremediavelmente,
E que fazendo bom uso dessa tolerância,
Você sirva de exemplo aos outros.

Desejo que você, sendo jovem,
Não amadureça depressa demais,
E que sendo maduro, não insista em rejuvenescer
E que sendo velho, não se dedique ao desespero.
Porque cada idade tem o seu prazer e a sua dor e
É preciso deixar que eles escorram por entre nós.

Desejo por sinal que você seja triste,
Não o ano todo, mas apenas um dia.
Mas que nesse dia descubra
Que o riso diário é bom,
O riso habitual é insosso e o riso constante é insano.

Desejo que você descubra,
Com o máximo de urgência,
Acima e a respeito de tudo, que existem oprimidos,
Injustiçados e infelizes, e que estão à sua volta.

Desejo ainda que você afague um gato,
Alimente um cuco e ouça o joão-de-barro
Erguer triunfante o seu canto matinal
Porque, assim, você se sentirá bem por nada.

Desejo também que você plante uma semente,
Por mais minúscula que seja,
E acompanhe o seu crescimento,
Para que você saiba de quantas
Muitas vidas é feita uma árvore.

Desejo, outros sim, que você tenha dinheiro,
Porque é preciso ser prático.
E que pelo menos uma vez por ano
Coloque um pouco dele
Na sua frente e diga “Isso é meu”,
Só para que fique bem claro quem é o dono de quem.

Desejo também que nenhum de seus afetos morra,
Por ele e por você,
Mas que se morrer, você possa chorar
Sem se lamentar e sofrer sem se culpar.

Desejo por fim que você sendo homem,
Tenha uma boa mulher,
E que sendo mulher,
Tenha um bom homem
E que se amem hoje, amanhã e nos dias seguintes,
E quando estiverem exaustos e sorridentes,
Ainda haja amor para recomeçar.
E se tudo isso acontecer,
Não tenho mais nada a te desejar”.

Victor Hugo

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Isso nem título tem

A vontade que eu tenho, é de apenas sentar aqui, colocar minhas mãos sobre o teclado e começar a escrever coisas. Pensar no que vai escrever é um erro, a maioria das coisas boas são criadas ao acaso sem qualquer tipo de planejamento. Então talvez seja melhor mesmo, sé escrever sem pensar em um título, ou em algum assunto específico. E ai fica um texto daqueles: muita coisa que não diz absolutamente nada. Bom, mais um desses não vai fazer diferença mesmo. No momento nada faz muita diferença. Nem sei mais o que sou, ou quem deveria ser. Nem sei mais quem tenho ou quem não tenho... o que sinto ou que eu já nem sinto mais.

Mas isso talvez seja necessário em nossas vidas, nesses momentos é como se ganhássemos uma nova oportunidade, uma folha em branco, onde fosse possível passar a limpo todo o rascunho feito de nossa vida até agora. O que falta mesmo é coragem. Não sei se quero virar a página e esquecer tudo o que já passou. Minha vida sempre foi boa. Não é fácil apenas esquecer tudo o que aconteceu, o que é necessário para se recomeçar. Não é possível estar no presente pensando no passado e tentando planejar um outro futuro.

Alguém sabe me dizer quanto tempo demora? Assim, quanto tempo leva até que agente perceba que não adianta insistir nos erros do passado. É difícil. Pensando bem, nem quero saber em tempo, prefiro medir tudo isso em desgaste, o quanto mais velho vou ficar até que tudo fique bem? o quanto menos inteligente? o quanto mais gordo? o quanto mais ou menos cabeludo. A, agora sim. Pra que medir as coisas em tempo? se é isso que o tempo faz: o tempo só nos desgasta, o tempo é tão cruel que desgasta até mesmo um grande amor! Ruim com ele, pior sem ele.

Queria mesmo era compor uma música legal. Queria escrever um livro. Queria fazer meu mestrado. Bom, vou fazer isso, só não sei como vou estar. Talvez menos cabeludo, ou talvez mais. Talvez ainda sozinho e sofrendo (muito provável) ou então, talvez com alguma pessoa que realmente goste de min, com um filhinho gordinho e de olho azul.

Estranho, mesmo é que... quanto mais eu tento pior eu fico.

Vou é parar de tentar.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Encerrando Ciclos

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final...

Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu....

Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora...

Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem.

Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos.

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".

Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará!

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade.

Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.
Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és..
E lembra-te:
Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.

Fernando Pessoa

A carta que foi entregue

Olá minha querida, eu poderia começar essa carta de muitas outras formas. Mas prefiro começar com um grande e belo. Desculpe-me.

Desculpe-me, por qualquer coisa que eu tenha feito nesses últimos dias, estou realmente muito abalado com nossa separação, te amo de uma forma talvez inexplicável, e sei que você também, talvez de uma forma diferente, mas sei que me ama.

Sim, eu estou triste. Estou triste por sua atitude, o modo com que terminou comigo, e peço-lhe, por favor, que não me trate com indiferença e esclareça de uma vez por todas qual foi o motivo que lhe fez me deixar. Eu tenho algumas teorias. Mas guardo-as comigo, e se um dia quiser discuti-las terei prazer em fazê-lo.

Perdão, se te fiz sofrer por algum motivo, não foi isso que quis, tentei apenas expressar o lado sombrio que habitava meu coração, mas acredite, percebi que meu orgulho e minha vaidade construio palavras que você leu, lerá ou ficará sabendo. Não se iluda com o que entenderá. A verdade está escrita nessa carta. E essa verdade é que, EU TE AMO.

Queria, eu te amo tanto, que não importa pra min se vai ficar comigo ou não, ninguém é de ninguém, eu aproveitei todos os momentos que passamos juntos. Espero que você tenha aproveitado-os também.

Tenha uma vida repleta de paz, harmonia e saúde. Eu vou continuar aqui, te amando. Amando a pessoa que você é, essa pessoa que está lendo essa carta.

Um grande beijo.

06-05-2008. Pelos melhores 2 meses que passei com alguém.

A carta que não foi entregue

Pois bem, os últimos dias de minha vida foram turbulentos, atordoantes e cheios de sofrimentos. Pode parecer exagero, mas estou a duas noites sem dormir, não consigo descansar, não consigo parar de pensar. Infelizmente minhas histórias não têm um final, todas estão guardadas em minhas lembranças e enquanto eu viver haverá tempo para escrever um final para cada uma delas.

Esse seria um bom começo para um livro, mas, não é. Os fatos que fizeram com que essa carta fosse escrita não são agradáveis e não tem o clichê do ‘final feliz’. Eu não estou feliz, claro, não é o fim, mas agente se incomoda quando as coisas não acontecem do jeito que agente espera.

Bom, não queria me expor, mas algumas coisas precisam ser ditas para que se esclareçam de uma vez por todas. Por toda minha existência sempre procurei encontrar uma pessoa que me completasse, não procurava aparência, intelecto, dinheiro ou qualquer coisas superficial, a única coisa que eu sempre procurei em alguém foi a correspondência do amor que eu tinha para oferecer. Dentre algumas tentativas fracassadas, pensei ter encontrado a pessoa certa, apesar de todos me dizerem o contrário, do tipo: ‘Essa garota não combina com você!’ ou ‘Isso nunca vai dar certo, vocês são de mundos diferentes’ entre outros. A primeira vista, procurei encontrar na amizade, que tinha com essa menina, a essência para que pudéssemos cultivar um grande amor.

E ai vem o primeiro fato engraçado, eu percebi que talvez eu não fosse correspondido, mas decidi insistir (naquela idéia do: ‘quem não arrisca não petisca’), e acabei me dando muito mal. Levei um grande fora, mas foi compreensível, afinal de contas, a menina estava em outra, outra idade, outra cabeça, outras metas na vida. Eu compreendi. E como única seqüela desse atrito foi eu ter me afastado, pois você deve saber como é difícil ficar perto de alguém que despertou em você a centelha da paixão.

E então cada um foi para seu lado, e eu me recuperei desse tombo e segui minha vida feliz para sempre.

Ótimo final não é?

Mas não foi isso que aconteceu.

Depois de um logo tempo, tempo suficiente para que eu perdesse quase todo o encanto que tinha por essa garota. Talvez já estivesse investindo em outro rumo para minha vida. Pois bem, essa pessoa aparece. Com insistentes mensagens virtuais. Até hoje não compreendo bem o motivo, talvez pelo medo de perder uma grande amizade. Sim, nos éramos bem amigos. Talvez uma amiga que eu pudesse contar a qualquer momento, que sempre me ouviria e me consolaria. Com essas mensagens, minha vida e meus sentimentos viraram de ponta cabeça, a fagulha da paixão que existia em min reacendeu, após uma mensagem que dizia que ela queria que eu olhasse só o lado bom de toda nossa história, ela queria ser mais que minha amiga, queria ser minha namorada, e apesar de tudo que ela havia dito não nunca mais faria nada que pudesse me machucar.

Nesse momento, eu parei e imaginei o HOJE. Imaginei que sofreria novamente, pelo mesmo motivo. Mas como sempre confiei nessa garota, decidir dar meu voto de confiança e acreditar principalmente na parte que dizia não me machucar novamente.

Após alguns acertos, estávamos namorando, até uns dias atrás eu poderia afirmar que foi tudo muito bom para ambas as partes, mas pensando melhor... não foi. Em nosso primeiro dia de namoro, fizemos um pacto: Sempre iríamos conversar sobre qualquer coisa que pudesse nos incomodar, qualquer detalhe, que pudesse atrapalhar nosso relacionamento.

Tudo ocorria muito bem, e infelizmente minha ansiedade colocou o relacionamento a frente do tempo; pra min, não havia problema, pois eu estava seguro de que gostava realmente dela e que isso teria que acontecer mais ou menos hora. Ficamos íntimos de nossas famílias, e eu em especial criei um vínculo muito forte com meus sogros e meus cunhados em especial, comprei uma aliança de compromisso para que todos pudessem ver que realmente estávamos juntos por nos gostávamos.

E aqui vem o detalhe da história, minha garota não cumpriu a sua parte no pacto, e não me falou realmente o que se passava, descobri que há tempos ela se preparava para terminar o nosso relacionamento, mas, porque? Quais os motivos? Não seria pertinente discutir? Para se acertar? Ou será que o amor jurado anteriormente foi um amor de AMIGO, um amor confundido com medo de se perder para sempre? Estou pensando nisso a mais de duas noites sem dormir.

Pois bem, para contar o acontecido, nós ficamos juntos por quase 2 meses, e nesse tempo todo, nunca pude perceber qualquer tipo de alteração no humor ou comportamento que me desse alguma abertura para fazer a pergunta ‘está tudo bem?’. Esse também é um fato que me intriga muito, por que tanta falsidade? MEDO? Medo de me perder como amigo?

Acredite que, nem no nosso último dia, senti qualquer tipo de diferença, tanto que estava a ponto de me despedir, quando veio a notícia de que tudo estava terminado. Nesse ponto qualquer pessoa se desesperaria tentando saber os PORQUES, ou então tentando concertar as desculpas, mas foi nesse momento que tudo se encaixou. Um punhado de desculpas que não faziam o mínimo sentido tentava explicar o fim de nosso relacionamento. Meio atordoado com a notícia eu apenas aceitei, e vim embora. Estava frio, muito frio.

Tudo o que foi escrito até aqui, foi só para dar contexto ao que será explicado nas próximas linhas, e acredite, é a mais pura verdade.

Eu, tenho 22 anos, tenho boa educação, inteligência e instinto. Acredite em mim, tudo poderia estar BEM, como? Parece difícil não é? Mas não precisava de muito. Em primeiro lugar se nosso amor fosse diferente, era muito mais fácil ter explicado isso ANTES DE TUDO começar. Eu me contentaria em ser somente um bom amigo. Aliás, meu amor só se tornou realmente ‘DIFERENTE’ depois que essa garota se declarou e pediu em namoro. Até lá poderíamos ser bons amigos. Mas o que torna nossa convivência inaceitável é justamente o modo que as coisas aconteceram, ACONTECEU EXATAMENTE AO CONTRÁRIO do que era para acontecer. Lhe juto que não me importaria em saber a verdade, não importa se estivéssemos namorando a dois dias, ou até mesmo antes do namoro. Eu compreenderia e continuaríamos com nossa bela amizade. Mas a aposta em um amor que não existia, só corrompeu o resto do amor de AMIGO que ainda existia, pelo menos por parte dela, pois meu amor foi sempre verdadeiro. Eu ainda a amo MUITO. E cada dia, peço em minhas orações para que eu a deixe de amar. Não mereço esse sofrimento, não mereço ser machucado outra vez pela mesma pessoa de uma forma cruel.

Essa carta não será entregue, foi escrita apenas para contar um pouco de como e porque estou sofrendo tanto nos últimos dias.

Vou melhorar, um dia quero ler essa carta não com lagrimas nos olhos, como agora, mas como um manual de instruções para relacionamentos.

domingo, 4 de maio de 2008

O FIM

Dizem que o homem é burro, eu acabo de comprovar isso hoje. Errar uma vez é compreensível, dar uma segunda oportunidade é, no mínimo, louvável (eu o fiz, com esperança de um futuro melhor). O problema é sofrer pelo mesmo motivo a segunda vez, pode parecer menos dolorido, mas acredite não é. É difícil apostar todas as suas fichas em uma pessoa, que inclusive lhe jurou nunca mais te machucar, e receber em uma noite fria de maio, mas um punhado de palavras que tentam explicar, mas não fazem o mínimo sentido, SIM ACREDITE, estou profundamente machucado, por dentro e por fora. Sinto mesmo perder a minha segunda família que construí com tanto amor, sinto ainda mais, por perde-la de forma fútil. E ACREDITE, a maior dor, não é a dor da perda, mas, a dor de ser rejeitado sem motivos que convençam qualquer pessoa. NÃO HÁ qualquer possibilidade de se contentar em sofrer sem saber o MALDITO POR QUE!

Bom, mas a vida é assim. Um dia agente perde (Alguns meses atráz...) e outro dia?
agente perde TAMBÉM. (Hoje).

Parei e percebi que, meus amigos, estão afastados. Meus melhores amigos, ainda falam comigo, mas... ainda sim estão afastados. percebi também, que apesar de ter dinheiro, desperdicei oportunidades profissionais tentando prever um futuro que não vai mais acontecer. Desperdicei oportunidades de ouro, desperdicei amizades de ouro. Mas aprendi, a dor é sempre boa, nos faz refletir, e aprender. Vou reconquistar tudo isso, vai levar tempo, mas vou conseguir me re-erguer.

E vou levar uma mágoa, infelizmente, essa ainda não consigo ser evoluído o bastante para superar. A idéia é que, EU AMO TANTO, que quero ver sua felicidade, não importa se comigo ou não.

Infelizmente, não nos veremos mais. Mas guarde em sua memória, os momentos SINCEROS que possamos juntos, se é que isso realmente existiu.